segunda-feira, 23 de novembro de 2009

II Encontro sobre Mudanças Climáticas


A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, o INPE e a UNICAMP promovem, no próximo dia 26/11/2009 (quinta-feira), em parceria com a UNIP e a Matilha Cultural, o  II Encontro sobre Mudanças Climáticas e o Workshop Participatório Programa Megacidades pelo Clima. O evento traçará um panorama sobre as ações que a Prefeitura e o Estado de São Paulo já implementaram e implementarão no sentido de mitigar o aquecimento global e a mudança climática. O diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), Carlos Nobre, abordará o tema Mudança Climática e Cidades.

Estarão presentes os secretários estadual e municipal de meio ambiente, Xico Graziano e Eduardo Jorge, dentre outras autoridades, que farão rápida abordagem sobre as leis do clima nas duas instâncias de governo. Será distribuída, somente neste evento, uma publicação com as ações da Prefeitura de São Paulo e de alguns de seus cidadãos para mitigar a mudança climática, cuja tiragem é limitada.

II Encontro acontece no período da manhã, das 9h às 11h30, e é aberto ao público interessado. Mas é preciso se inscrever pelo telefone 11 3286 0663. No período da tarde acontecerá no mesmo local, mas apenas para convidados, o Workshop Participatório Programa Megacidades, promovido pelo INPE e pela Unicamp. O estudo, liderado pelas duas instituições, mapeia a vulnerabilidade nas duas megacidades brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro, com o objetivo de subsidiar o desenvolvimento de políticas públicas e as tomadas de decisão do Plano Nacional e Planos Estaduais de Mudanças Climáticas. O objetivo deste workshop é apresentar os resultados obtidos nos Painéis  de Especialistas realizados em julho deste ano nas duas cidades.


Lei Municipal da Mudança do Clima
 A Prefeitura de São Paulo sancionou, em junho de 2009, a Lei Municipal de Mudança do Clima e Ecoeconomia, que estabelece como meta para 2012 a redução de 30% das emissões de gases de efeito estufa na cidade. De 2005 até hoje, a cidade já conseguiu reduzir em cerca de 20% suas emissões com o funcionamento de duas usinas de biogás nos aterros sanitários Bandeirantes e São João, localizados respectivamente nas zonas norte e leste da cidade. Esta é uma performance inédita. Países como Inglaterra e Alemanha vêm prometendo este desempenho para 2015 ou 2020.

Foi constituído um comitê específico para acompanhar a implantação das medidas previstas na Lei Municipal de Mudança do Clima, a qual prevê, entre muitos pontos, priorização dos coletivos, estímulo ao uso de meios de transporte com menor potencial poluidor, monitoramento e armazenamento de cargas privilegiando o horário noturno, implantação de corredores de ônibus, redução progressiva do uso de combustíveis fósseis, estabelecimento de programa obrigatório de coleta de resíduos, exigência de obediência a critérios de eficiência energética, sustentabilidade ambiental e eficiência de materiais em novas construções, entre muitos outros pontos.


Política Estadual de Mudanças Climáticas
Sancionada pelo governo do estado este mês, estabelece uma meta de redução, em todos os setores da economia, de 20% da emissão de gases de efeito estufa até 2020m tendo por base o ano de 2005. Prevê a realização de ações para aumentar a parcela de fontes renováveis de energia e preservar e ampliar os estoques de carbono no Estado.

Entre os principais pontos da PEMC está a criação do Conselho Estadual de Mudanças Climáticas, que terá caráter consultivo, e a permanência da atuação do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas. Além disso, o Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição - FECOP, que já apóia projetos relacionados ao controle da poluição e preservação do meio ambiente, vai financiar ações e planos específicos de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas. Na área de transportes, a PEMC incentiva a criação de políticas públicas que priorizem o transporte sustentável. Dentre elas: a construção de ciclovias, a criação de programas de carona solidária e a implantação da inspeção veicular.


Serviço
II Encontro Municipal sobre Mudanças Climáticas
Data 26 de novembro
Horário 9h as 11h30
Local Teatro Paraíso - Rua Apeninos 614 - Campus UNIP Paraíso
Inscrições 11 3286 0663

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Água das flores

Olá amigos.
Já está no ar o meu novo blog "Água das flores" sobre o universo da terapia floral e o sistema floral Tubakwaassu.
Espero você lá!
http://www.aguadasfloreskvt.blogspot.com/
Com carinho
Ramy Shanaytá

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Qual é o seu bicho interior?




Este artigo foi lido 13208 vezes, 352 votos positivos e 34 votos negativos.


por Ramy Shanaytá - ramyshanayta@kvt.org.br

Descobrir qual é o bicho interior é uma prática comum no Xamanismo, nascida da sabedoria mais antiga dos anciões de etnias indígenas, principalmente dos povos da América do Norte, como o povo Lakota.
Os povos da América Central e da América do Sul também praticavam este diagnóstico ou técnica de revelar qual é o animal aliado que uma pessoa se identifica, mediante suas características individuais como força espiritual, vontade, visão, personalidade, interiorização, etc.
É conhecido popularmente como animais de poder, ou seja, uma força aliada, aquela que revela sua índole como ser racional e emocional, além de trazer a consciência e a força sutil de proteção.
É natural em uma prática Xamânica as expressões - Você é protegido pelo urso! - ou - Seu animal de poder é a Águia!
A partir de uma aprofundada observação psicológica, nascida das pesquisas de Carl Gustav Jung, nasceu o conceito dos arquétipos que, em síntese, refere-se aos símbolos presentes em nosso inconsciente coletivo que corresponde à herança mental que todo ser humano recebe ao formar-se no ventre. Assim, o conceito de animal de poder foi entendido pela sociedade moderna como arquétipos dos animais, presentes nas atitudes humanas.
Os benefícios desta prática são amplamente positivos no que diz respeito ao auto-reconhecimento dos potenciais inatos no ser que muitas vezes, por falta de um trabalho interior mais centrado, esquece-se de observar as regiões mais profundas e intimas do nosso eu.
Mas, afinal, qual é o seu bicho interior?

Onça = revela a aguçada observação de tudo, o foco e a agilidade na ação.
Beija-flor = procura sempre o interior para nutrir-se e sustentar a sua vida.
Tartaruga = é interiorizada e serena nas atitudes a serem realizadas.
Tatu = sustenta a origem vivendo dentro do útero da Mãe Terra e constrói seus caminhos.
Arara = sabe a hora de romper com sua roupas velhas, pois tira as próprias penas para dar lugar a novas.
Macaco = reconhece que todas as partes de seu ser, quando em alinhamento, são importantes para o equilíbrio na vida.
Borboleta = reconhece que cada estado ou ciclo de vida é importante para alcançar o vôo de ir mais além.
Bicho preguiça = realiza seus movimentos sempre sustentando seu equilíbrio.
Cobra = a velocidade de seu movimento só ocorre com a presença de todo o seu ser.
Harpia = para voar alto é necessário transcender o medo do desconhecido através da ação em fazer o que necessita ser feito.
Coruja = a sabedoria sustentada na interiorização.

Animais aliados e a sabedoria tradicional e milenar dos povos nativos.

Onça = a força do curador.
Beija flor = a força da reza, do contato com outras dimensões da vida, o pajé.
Tartaruga = a força do ancião e da orientação.
Tatu = o construtor de caminhos e a força de transformação.
Arara = A visão espiritual, o transe e a capacidade de ver espíritos.
Macaco = A inteligência da observação, a intuição.
Borboleta = a energia da transmutação, a força de cura pela consciência.
Bicho preguiça = a serenidade do ancião, a sabedoria.
Cobra = a força de proteção.
Harpia = a visão além do alcance.
Coruja = a senhora do mistério, do segredo.

A vida animal produz um grande universo de ensinamentos para os seres humanos.
Destituídos de vergonha, os animais expressam seus movimentos de vida.
Marginalizados, como seres inferiores, são os exemplos da linguagem da natureza.
Os quatro patas, os rastejantes, os alados, os aquáticos ensinam sua potência através dos diferentes entrecruzamentos, que são:
sua cores;
sua forma física;
o som produzido;
as pinturas de sua pele;
seu comportamento.

Por exemplo, o teiu, uma espécie de lagarto, ao ser ferido por uma cobra, procura um tubérculo -a cabeça de nego ou batata de teyú*, ele cava a terra e mastiga a planta para produzir sua cura.
Procurei fazer referência aos animais da fauna brasileira para a valorização da biodiversidade e da sabedoria desta terra das palmeiras que reconhecemos como Brasil.

PS: Se nesta relação não tem o seu animal aliado, então, envie um e-mail que eu respondo.

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sábado, 7 de março de 2009

Instituto KVT apresenta Badi Assad


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terça-feira, 3 de março de 2009

CURSO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E COMUNICAÇÃO EM TEIA

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Canibalismo não!

O pajé Tata Yawanawá de 94 anos de idade fala um pouco de seu povo no Blog da Amazônia e afirma que a etnia kulina não pratica canibalismo.

Veja a notícia em sua origem no Blog da Amazônia, artigo de Altino Machado e assista ao vídeo do pajé Tata.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A antiga sabedoria indígena sobre a árvore Jatobá

Os povos de sabedoria milenar utilizavam uma árvore chamada “Mburandã” para diferentes fins terapêuticos, dentre eles:

Casca: da árvore para fazer um chá, também chamado “beberagem da vida” e popularmente conhecido como o vinho do jatobá, é estimulante e fortificante. Atualmente é utilizado na medicina popular para fazer chá contra gripe, bronquite, catarro no peito, diarréia, vermes, fraqueza, cólicas, infecções na bexiga, para ajudar na digestão, para lavar ferimentos e para irritações vaginais e até no tratamento de câncer de próstata.
Resina: via oral é utilizada para aliviar dores no estômago e flatulência, queimada para fazer inalação no tratamento de resfriados e dores de cabeça, repelente natural de mosquitos transmissores de doenças e utilizada como um verniz vegetal.
A “beberagem da vida” era remédio dos pajés no tratamento de “parentes” (índios) que estavam se recuperando de uma doença longa e fortificante para os anciões da aldeia.
Estas são algumas das propriedades medicinais desta árvore sagrada que ganhou nomes como Jatobá, burandã, jutaí, farinheira, jutaí-bravo, jutaí peba da família botânica Fabaceae, estudada pelo botânico, cientista, médico e zoólogo sueco Carl von Linné que a classificou de Hymenaea courbaril.
Livro: A natureza ensina – a conexão com a luz da cura, Ramy Shanaytá, Editora KVT.

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